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Em "NOA", Pauline conduz o público em uma jornada visceral sobre os ciclos da vida através do circo, dança e teatro físico. Utilizando bambolês e roda Cyr, a artista transforma objetos cênicos em metáforas de construção e desconstrução, mostrando como sonhos grandes se constroem com muitos pedaços e precisam de outras mãos para se completarem.
O espetáculo celebra a coragem de recomeçar, ilustrando a vida como uma roda que sempre retorna ao começo, mas com novos olhos. Entre movimentos solitários e a força transformadora da comunidade, "NOA" revela a sabedoria de entender que cada fim é apenas a curva para um novo início.
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